9 de abril de 2010

Entrevista para Universidade Metodista

Filed under: ABTB — MJ @ 18:30

Mas uma matéria sobre o Tchoukball! Com alguns pequenos erros de informações pessoais, mas nada que comprometa o conteudo da matéria. Estamos muito felizes com o reconhecimento que o Tchoukball vem ganhando.

Beijos

Maria Júlia

Segue o texto retirado do site.

Tchoukball conquista adeptos e campeonato panamericano no Brasil

“O momento atual é um divisor de águas para o tchoukball no Brasil”. A frase do diretor esportivo e membro da comissão técnica da modalidade, Eduardo Brunello, não poderia representar melhor a atual fase do esporte no país. Neste ano, o tchoukball tornou-se obrigatório na grade de ensino da rede estadual de São Paulo. Durante as aulas de educação física, cerca de 5 milhões de alunos irão conhecer o esporte, que mistura elementos do handball, do vôlei e da queimada.

Mas não é apenas este fator que ajuda na divulgação da modalidade. Há um outro, muito importante, e que irá atingir um público bem maior. Entre o final do mês de julho e o começo do mês de agosto, o Brasil irá sediar o primeiro Campeonato Panamericano de Tchouckball.  Mais de 100 atletas se inscreveram para as seletivas que irão escolher os integrantes da seleção brasileira. Apenas 12 jogadores irão representar o país no Pan, sendo sete titulares e cinco reservas.

A previsão é que a seleção esteja montada até o fim de abril. Por ainda ser considerado um esporte amador, nenhum dos jogadores recebe salário. Pelo contrário, muitas vezes, o atleta é quem paga pelas inscrições e viagens. Maria Julia Moreno,18, jogadora de tchoukball há cinco anos, afirma que o investimento vale a pena e que ele vem crescendo cada vez mais. Laura Trench, 16, concorda com a companheira de time. “Estamos batalhando e conquistando um espaço. De despesa fixa temos somente os treinos, que custam R$ 15,00  por final de semana, e as viagens de campeonato que não são muitas. Só gastamos um pouco mais nas seletivas, já que costeamos a vinda de jogadores do estado todo, mas ainda assim foram R$ 40,00″, disse.

Apesar de amador, o tchoukball tem a sua torcida. Segundo o secretário da Associação Brasileira do esporte, Juliano Alves Justino, os torcedores são diferenciados dos demais. “Não há ofensas e, muito menos, brigas. Mais do que incentivar a equipe, os torcedores aproveitam os jogos para fazer ou rever velhos amigos, já que todos de certa forma estão envolvidos no esporte”, disse.

Por que jogá-lo?

O tchoukball é um esporte que foi criado para amenizar as lesões que ocorrem durante a prática esportiva. A modalidade foi criada pelo professor de teologia alemão Hermann Brandt. O objetivo dele era criar um esporte que não permitisse o contato físico, baseado principalmente no respeito. Por esses motivos, Juliano Justino afirma que todos, independente de idade ou deficiência física, podem praticá-lo.
É pouco provável que os jogadores se machuquem ou tenham lesões graves. As jogadas não podem ser interceptadas por jogadores do outro time. Ou seja, no tchoukball os atletas não podem atrapalhar o ataque da equipe adversária. “As regras transformam o esporte em um jogo de estratégia. Os jogadores são obrigados a construir uma jogada para conseguir derrotar o adversário”, afirmou Juliano.

Um Comentário para “Entrevista para Universidade Metodista”

  1. Sandra Sá disse:

    Primeiramente quero parabenizar a Tribo Tekokatu pela guarra de estar mostrando esse esporte para todos, tive a oportunidade de estar em dois treinos onde vi pessoas maravilhosas o Arkimedes e Luciano ensinando a todos com muita vontade admiro o trabalho de voces vi também o trabalho em equipe,seriedade, companheirismo…Isso foi umas das coisas que me fez ter mais curiosidade sobre este esporte.

    Beijos a Todos.

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